Silver Apples - Silver Apples [1968]

Silver Apples - Silver Apples [1968]

Banda: Americana
Produtor: em alguma rave por aí
Formação da Banda: Simeon Coxe III, Danny Taylor
Posição na Billboard: muito Star Wars

60’s Hotel: A segunda metade dos anos 60 moldou tudo que acontece até hoje. Pense bem: Velvet Underground, Beatles, Stones, Barrett, Miles Davis, Nuggets... e os Silver Apples.

Silver Apples? Sim eles, se você não conhece, vou apresenta-los... Em 66, dois sujeitos de New York, chamados Danny e Simeon resolveram juntar forças para montar a banda pioneira na fusão rock e música eletrônica. Danny era uma máquina de loops e Simeon, o gênio dos osciladores, teclados e outros instrumentos que faziam parte do cardápio sonoro dos Silver Apples. Enquanto a banda existiu, lançaram dois discos que são clássicos absolutos e influência evidente tanto para o pessoal da música eletrônica como para os crossovers de bandas como Stereolab, por exemplo.

O grupo esteve ativo entre 1967 e 1969, antes de ser reformado em meados da década de 1990. Foi um dos primeiros grupos a utilizar a música eletrônica no contexto do rock, antecipando não somente a música eletronica experimental e o krautrock da década de 1970, mas também a dance music e o indie rock da década de 1990.

O grupo surgiu a partir da banda de rock The Overland Stage Electric Band. Simeon era o vocalista, mas começou a também incorporar um oscilador de áudio durante os concertos, reduzindo cada vez mais o papel dos outros integrantes até que o grupo reduziu-se a somente Simeon e Taylor. Passaram então a chamar-se The Silver Apples, uma referência ao poema de William Butler Yeats The Song of the Wandering Aengus.

Assinaram contrato com a Kapp Records e lançaram seu álbum de estréia em 1968, Silver Apples, e logo depois o compacto "Oscillations". No ano seguinte lançaram um novo álbum, Contact. Já o terceiro álbum foi gravado em 1970, mas não foi lançado, com o fim do grupo.

Primeiro vou postar o disco de estréia do Silver, lançado em 1968. Posteriormente o postar o segundo e ultimo disco, o Contact lançado em 1969.


* Um bonus do Silver Apples, O Alexandre Matias publicou em seu blog “Trabalho Sujo” uma entrevista que vale a pena conferir... Você poderá ler a entrevista aqui no blog no link 3 – ENQUANTO ISSO nos marcadores ao lado, ou no próprio blog do Alexandre Matias.



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The Doors - The Doors [1967]

 


The Doors - The Doors [1967]

Banda: Americana
Produtor: Paul Rothchild
Formação da Banda: Jim Morrison - Robby Krieger - Ray Manzarek - John Densmore
Posição na Billboard: 2º

60's Hotel: The Doors foi uma banda de rock dos fins da década de 60 e princípio da década de 70. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda ainda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o blues, jazz, flamenco e a bossa nova.

Canções como "Break on Through (To the Other Side)", "Light My Fire", "People Are Strange" ou "Riders on the Storm", aliadas à personalidade e escândalos protagonizados por Jim Morrison, contribuíram de sobremaneira para o aumento da fama do grupo.

Após a dissolução da banda no início da década 70, e especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors tem-se mantido elevado, ultrapassando mesmo por vezes o que o grupo teve enquanto esteve ativo. Em todo o mundo, os seus discos e DVDs já venderam mais de 75 milhões de cópias, e continuam a vender cerca de 2 milhões anualmente.

- Falar deste primeiro álbum dos Doors é como falar de uma ida ao bar, mostrando todas as nuances e as certezas da vida, por mais cruéis que sejam. É um álbum melancólico, com sentimentos à flor da pele, que construiu uma lenda por trás da banda, ou melhor, por trás do vocalista da banda. O culto a Jim Morrison, após o lançamento do álbum, não pôde se igualar na história da música até então com nenhum outro álbum. Nem os magnânimos Beatles conseguiram criar uma aura inspiradora tão forte sobre si quanto Jim Morrison e sua banda. E olha que o disco, mesmo com tantos altos, não é perfeito, muito pelo contrário. Conta com faixas não tão boas, mas em compensação possui outras canções tão arrebatadoras que não poderiam ficar fora de qualquer lista sincera de grandes álbuns, por menos que seu avalista goste.

The Doors, o álbum de estréia da banda, foi gravado em agosto de 1966 e lançado na primeira semana de janeiro de 1967. Saiu pela Elektra & Rhino Records. E traz um curiosidade e dado história fonográfica, foi o primeiro album gravado em 8 canais, o que coloca esse disco importante e um Marco, para o The Doors, para a Industria e História do Rock.






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BLOW-UP 'Depois Daquele Beijo' [1966]

 


Blow-Up (pt: Blow-Up - História de um Fotógrafo / br: Blow-Up - Depois Daquele Beijo) é um filme ítalo-britânico de 1966. Foi o primeiro filme em língua inglesa do cineasta italiano Michelangelo Antonioni, e conta a história do envolvimento acidental de um fotógrafo com um crime de morte, baseado num pequeno conto de Julio Cortázar, Las Babas del Diablo, publicado em 1959, e na vida do famoso fotógrafo da época da Swinging London, o britânico David Bailey.

Blow-Up, que conquistou o Grand Prix do Festival de Cinema de Cannes, foi escrito por Antonioni e Tonino Guerra e traz no elenco David Hemmings,Vanessa Redgrave, Sarah Miles, Jane Birkin - nas primeiras cenas de nu frontal em filme britânico dirigido ao grande público - e a modelo Veruschka, que interpreta a si própria e tem uma cena então considerada como o "mais sexy momento cinematográfico da história", pela revista especializada Premiere.

O filme foi produzido por Carlo Ponti e em sua trilha sonora traz o jazz de Herbie Hancock e o rock dos Yardbirds.

 Yardbirds - music 'Stroll On'

Nota rápida sobre o Yardbirds: Vale lembrar deste fato importante. Esse é um dos poucos registros que teve no palco Jimmy Page e Jeff Beck juntos, breve formação do Yardbirds em uma de suas transições em sua formação. 

(...) Well... Come Back to the Movie!


Sinopse da Obra de Antonioni:
O filme gira em torno de um fotógrafo de moda londrino chamado Thomas (Hemmings), que numa manhã, após passar a noite fazendo fotografias para um livro de arte numa casa de cômodos, volta para o estúdio atrasado para uma sessão de fotos com a supermodelo Veruschka (em seu próprio papel), passa por um parque da cidade e fotografa um casal brigando. A mulher das fotos, Jane (Redgrave), furiosa de ser fotografada, o segue até seu estúdio e exige os negativos de Thomas, que lhe devolve um filme virgem. Curioso com a atitude, ao fazer seguidas ampliações (blowups) de suas fotos no local, apesar da grande granulação provocada nas imagens em preto e branco, descobre o que acredita ser um corpo e uma mão apontando uma arma entre os arbustos do parque.

Ao cair da noite, ele volta ao parque e descobre um corpo no meio da mata, mas sem a câmara, não pode fotografá-lo e assustado com o barulho de um galho sendo pisado, deixa o local e encontra seu estúdio revirado e suas fotos roubadas, à exceção de uma grande ampliação na câmara de revelação que mostra o corpo tombado nos arbustos. Ao retornar no dia seguinte ao parque, depois de frequentar a noite londrina, ele vê que o corpo desapareceu e acaba por não ter certeza do que realmente viu.

De volta ao estúdio, caminhando pelo parque, assiste numa quadra duas pessoas jogando tênis por mímica, sem bolas nem raquetes. Participando da cena, quando devolve a bola imaginária que lhe é lançada por um dos jogadores, ouve o som da bola tocando o chão.

Blow-Up teve um custo de 1,8 milhão de dólares e um faturamento mundial de 20 milhões (cerca de 120 milhões hoje). Seu sucesso comercial ajudou a libertar Hollywood de sua "lascívia puritana"

Alguns artistas já conhecidos em 1966 aparecem no filme, outros se tornariam celebridades depois dele. The Yardbirds, a primeira banda conhecida de Jimmy Page e Jeff Beck, faz uma apresentação num clube londrino e Antonioni pediu a Beck que refizesse a cena de Pete Townshend, do The Who, destruindo suas guitarras e amplificadores no palco, ato pelo qual o cineasta era fascinado.

Veruschka, modelo já famosa na Europa, que interpreta a si mesmo, depois do filme se tornaria uma celebridade em todo mundo. Michael Palin, comediante britânico que aparece numa das festas, alguns anos depois ficaria internacionalmente famoso como um dos criadores do grupo Monty Phyton.

60's Hotel: Um filme que é celebrado até os dias de hoje, sei que pelo menos em sampa rola algumas festas tématicas a caráter e tudo... Sobre o filme; Blow-up realizou tudo que tinha pra realizar dentro de uma película, cenas sexys (marcos e visões da época) arte, cultura, música o lúdico... Resumir em palavras é muita ousadia. Sou fã desta época, gastaria muitas palavras para retratar Blow-up , como ouvi por aí um dia desses, "Nem todas imagens devem ser fotografadas por uma câmera, algumas devemos guardar pelas lentes de nossa memória..."

Nenhum super efeito visual vai vencer a genialidade de Antonioni e sua cena final... Esse filme é muito foda, mesmo pra sua época!!!

"Faz você querer ver o que não existe mas lhe é sugerido, e escuta o que acabou de ver que não existe..." 



grand finale de Antonioni


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The Rolling Stones - Beggars Banquet [1968]

 

 
The Rolling Stones - Beggars Banquet [1968]

Banda: Inglaterra
Produtor: Jimmy Miller
Formação da Banda: Mick Jagger - Keith Richards - Brian Jones - Bill Wyman - Charlie Watts
Posição na Billboard: 5º

60's Hotel: Após longas sessões para o álbum anterior, em 1967, e da partida do produtor e gestor Andrew Loog Oldham, Mick Jagger e Keith Richards contratou o produtor Jimmy Miller, que tinha produzido o Spencer Davis Group e Traffic. A parceria se revelou um sucesso e Miller trabalharia com a banda até 1973.

Em março, a banda começou a gravar Beggars Banquet, projetando o lançamento para julho. Uma das primeiras faixas cortadas, "Jumpin 'Jack Flash", foi lançada como um Single apenas em Maio de 1968, tornando-se um grande sucesso.

Beggars Banquet foi o último suspiro de Brian Jones' com os Rolling Stones. E ele usou com toda genialidade em vários arranjos para o disco.

Beggar's Banquet trás de volta ao estilo mais próximo ao R&B que os fizeram famosos no inicio da carreira. São desta época dois dos maiores hits da banda, Jumpin' Jack Flash, que só saiu como compacto e a controversa Sympathy For The Devil - que Mick disse ter se inspirado em uma visita a um centro de candomblé na Bahia - música responsável pela maior parte das acusações de satanismo que a banda iria sofrer desde então. As musicas deste disco e a gravação de um especial do Beatles para TV, impulsionariam Jagger a gastar uma bela grana para gravar um especial do Stones também, o Rock and Roll Circus, que nunca seria veiculado na TV na época, e mais tarde, sairia somente em meados dos anos 90, em VHS posteriormente em DVD, contendo cenas extras das captações.

Aqui eu postei com essa capa, que a gravadora vetou por achar que a imagem prejudicaria as vendas do disco, bem para aquela época realmente existia muito conceito de bem e mal para juventude. De fato isso ditava um pouco o andamento do mercado fonográfico. Posteriormente a capa saiu apenas com o nome impresso quase um White álbum do Beatles. E Hoje em dia encontramos à venda o Vinyl Pictures, com essa imagem estampando no próprio disco.




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Creedence Clearwater Revival - Green River [1969]

Creedence Clearwater Revival - Green River [1969] 

Banda: Americana 
Produtor: John Fogerty 
Formação da Banda: John Fogerty, Doug Clifford, Stu Cook, Tom Fogerty 
Posição na Billboard: 1° Lugar

Roquen Roll 60's Hotel: Green River é o terceiro álbum de estúdio pela American swamp rock da banda Creedence Clearwater Revival , lançado em agosto de 1969 após o segundo album "Bayou Country" , que foi lançado em janeiro do mesmo ano. 

Em meio a um época lisérgica de San Francisco, John Fogerty produziu um album que foi direto ao ponto, nada solos gigantes, e músicas embaladas numa viagem ácida. Creedence partiu para músicas mais pop's e atingiram um grande sucesso com o album recheado com seus maiores hits, que atravessaram épocas, convertendo várias gerações ao bom e velho Rock.

Em 2003, o álbum ficou em 95 na Rolling Stone 's na lista das 500 maiores álbuns de todos os tempos. Se tem uma banda que pode se dizer que é pop em genero numero e grau é o Creedence, banda que todos gostam que transmite simpatia em seu Roquen Roll, meio Road Rock, Folk, Country e tudo mais... Da pra dizer que são o símbolo do pop rock, enfim Green River, primeiro post da banda no 60's Hotel e terceiro disco cheio de hits que são escutados com toda força até os dias de hoje. 




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The Sonics - Boom [1966]

 


The Sonics - Boom [1966]

Banda: Americana
Produtor: Kent Morrill e Buck Ormsby
Formação da Banda: Gerry Roslie, Rob Lind, Larry Parypa, Ricky Lynn Johnson, Freddie Dennis
Posição na Billboard: #Não encontrado

60's Hotel: Em poucas palavras, o Sonics era a contra-mão, era o elo perdido além da curva escapando pela ribanceira, não se fala de futuro sem decretar o passado... O Sonics rompeu tudo isso, vai ver é por isso ser uma banda considerada rara. São uma das minhas preferidas sem sombra de dúvidas, e esse disco o preferido, Sonics Boom.

O nome já diz tudo... BOOM!!! Ligue no máximo e verá o que essa banda e seus hits dos anos 60 é capaz de fazer com seus tímpanos... Enquanto os Beatles se estabeleciam como a maior banda, o Sonics se estabeleciam como a mais rebelde e barulhenta. 

The Sonics cravaram sua bandeira no Rock desta forma, não sabiam ao certo que seriam naquele momento, mas por várias questões foram responsáveis, mesmo sem saber, por várias áreas do Rock. Por serem do estado de Washington, cidade de Tacoma, são considerados a base do grunge, e pelo som sujo, explosivo e rápido logo se associa o som deles ao PUNK ROCK, juntos de outras bandas responsáveis pelo surgimento do Gênero.

Banda e disco emblema de um estilo, a Garage Rock, Sonics Boom tem o som mais sujo e intrigante de todos, parece ativar algo jovem e rebelde dentro de qualquer um que goste de Rock antigo, a trilha punk rocker de um clássico infantil - Cinderella - Contenha-se com os uivos para o tiro certeiro de 'Shot Down', nehuma escuridão ficará inquieta depois de 'Don't Be Afraid of the Dark' fora outros hits saídos direto das garagens de Tacoma-WA.  

A capa do álbum preto e branco simples 'Sonics Boom' é um dos trabalhos mais reconhecidos em artes de LP's pelo mundo. A foto original foi clicada fotógrafo Jini Dellaccio e o desenho da capa foi assinado por Zane Baker.





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Joe Cocker - With a Little Help from My Friends [1969]

 


Joe Cocker - With a Little Help from My Friends [1969]
Banda: Inglesa
Produtor: Denny Cordell
Formação da Banda: Joe Cocker and His Little Band... (post)
Posição na Billboard: #35º posição

60’s Hotel: Finalmente posso registrar que Joe Cocker esta no topo da minha lista dos top 3 de interpretes dos anos 60, junto de Van Morrison e Mick Jagger. Os 3 já sabiam que os palcos exigiam mesmo antes do show business saber o que queria.

É quando, penso euque mais nada poderia acontecer ali no apogeu Rock Sixties, surgi um interprete poderoso mergulhado no Soul americano, com sua identidade musical absurdamente sólida e física, potencial vocal inconfundível, por surpreender a todos em 69, depois do Summer Love e o Flower Power colocarem tantas bandas na cena e ditarem tantas tendências.
 
Sempre que penso sobre esse disco maravilhoso de Cocker, não consigo deixar de fazer referência ao Elvis Presley, a mesma atitude que Elvis acabou fazendo com marca de seus shows e produções de seus discos, diga-se de passagem os disco de maiores sucessos,  as grandes bandas e produções monstruosas mesmo em releituras de hits de sucesso.

Seu primeiro disco além do que já disse, de sua voz maravilhosa, produção genial de cada faixa. Tem como destaque a faixa que fez parte do album Sgt. Peppers dos Beatles - 'With a Little Help from My Friends', que foi o grande hit do disco, e que arrebatou a todos em Woodstock em sua aparição, o que firmou Cocker como grande interprete para o mundo.
Claro que não posso esquecer... Dito tanto sobre a produção, não posso deixar de mencionar a banda que criou esse disco especial dos anos 60 e o debut de Joe Cocker.
 Is the Little Band...

Joe Cocker : vocais 
David Cohen : guitarra (faixa 1)
Tony Visconti : guitarra (faixa 2) 
Jimmy Page : guitarra (faixas 2, 4, 5, 7 e 9) 
Henry McCullough : guitarra (faixas 3, 6, 8 e 10) 
Albert Lee : guitarra (faixa 4) 
Chris Stainton : Piano (faixas 2, 3, 4 e 7)
Tommy Eyre : piano (faixa 5), de órgãos (pistas 8 e 9) 
Artie Butler : piano (faixa 1) 
Matthew Fisher : organ (faixa 5) 
Stevie Winwood : organ (faixas 6 e 10) 
Carol Kaye : bass guitar (faixa 1) 
Paul Humphrey : tambores (faixa 1) 
Clem Cattini : Cilindros (faixas 2, 4 e 7) 
Mike Kellie : Cilindros (faixas 3, 6 e 10) 
BJ Wilson : cilindros (faixas 5 e 9) 
Kenny: cilindros (faixa 8) 
Laudir: tumba, maracas (faixa 1) 
Brenda Holloway : backing vocals (faixa 1) 
Patrice Holloway : backing vocals (faixa 1) 
Feliz Clayton : backing vocals (faixa 1) 
Madeline Sino : backing vocals (faixas 2, 6 e 9) 
Rosetta Hightower : backing vocals (faixas 2 e 9) 
Sue Wheetman: backing vocals (faixas 3, 6, 9 e 10) 
Ensolarado Wheetman: Backing Vocals (faixas 3, 6, 9 e 10)

Sob a Batuta do Produtor Denny Cordell, o disco de estréia de Joe Cocker foi gravado no ínicio de 1969 no Studios Olímpicos e Trident Studio em Londres e lançado no Mês de Maio chegando as paradas de sucesso até a posição 35 com 'With a Little Help from My Friends'.

O Disco é maravilhoso de ponta a ponta, não tinha como errar num disco assim com toda pinta de produção Ray Charles meio Elvis Presley, e Joe Cocker impondo sua voz rasgada e potente a cada cançãoSem destacar nomes que tocaram em faixas do disco, tem como?

Joe Cocker não poderia ter iniciado o album com uma música mais sugestiva do que a primeira, 'Feeling Alright'... Não da pra ficar melhor!!!



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